terça-feira, 18 de janeiro de 2011

domingo, 16 de janeiro de 2011

Ridículo

O fumo corria nas veias do cérebro enquanto a estupefacção de um olá, como estás? numa fracção de segundos desenvolve um raciocínio ridículo, incoerente. Pior, que foi partilhado. O que num processo automatizado é filtrado e rejeitado, é decomposto em raciocínio, que mesmo formalmente lógico, em termos de contextualização é despropositado e errado! Simplesmente errado e ridículo.
O fumo corre nas veias do cérebro, mas não gostei desta viagem.
Não correrás muitas vezes mais, não...

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

... o passado ainda é uma estrutura do presente que exerce influência sobre acções e acontecimentos, e esse facto borbulha um cansaço em mim - é um facto!

sábado, 1 de janeiro de 2011

2011 - new start

Como se estivesse assistindo uma peça, tudo era lógico, tudo era dizível. Tornando-me actor deixei os tempos encarregarem-se num estoicismo próprio de quem espera e crê na dinâmica dos contextos. Não contrariando o teu pensamento, entendendo-lo enquanto espectador, aceitei a meio termo a decisão.
Fantasmas da nossa história, que enquanto espectador em nada incomodavam, mas enquanto actor realçam uma incapacidade de lidar com tais sensações, fazendo, num impulso, uma contracção e inaptidão para a compreensão.

Consigo constatar, não consigo alterar.
Contudo, são tempos contínuos e dinâmicos que impõem pragmatismo.
Bom 2011.