São tempos de indefinição.
Continuamente percorro as ruas perdido no quotidiano e na monotonia que busca algo mais. O presente é estático, o futuro dinâmico. Equilíbrios em fio-navalha que interrompem o que de estocástico deveria ser.
Não me sinto. Não penso! O cansaço apodera-se nesses momentos e o quotidiano pula regressando ao seu estado puro.
...
Não sabendo, o virar de ano, trará o querer de saber. Até lá repouso na monotonia do quotidiano contextual.
Sem comentários:
Enviar um comentário