Vagas de racionalismo crónico que transpiram a calma e percorrem o meu corpo. Mudanças dinâmicas de pensamento que me conduzem a estados sustentos em constatações irrisórias da realidade circundante. Um não querer contínuo que me seduz para um equilíbrio composto de desequilíbrios e onde o que sinto se resume a puros estados estáticos.
O quotidiano é composto de variáveis aleatórias e outras que de exógenas a endógenas passariam não fossem as circunstâncias e os timmings errados.
Não, não quero a ilusão momentânea e a dor da não correspondência. Aquilo que escondido tinha e nú se encontra é agarrado pelas duas mãos apertadas e comprimido até à sua desintegração atómica. Assim o quero, assim o farei!
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
terça-feira, 28 de setembro de 2010
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
O receio não me amedronta. São as mil sensações que me despersonalizam! A fluidez natural perdeu-se com a constatação de que a realidade era um sonho. O estado embriagado do meu coração deixava-me em êxtase absoluto e natural e lentamente abria o peito às sensações exógenas.
Abri e elas entraram.
Em forma de elipse bombardearam cada pequeno recanto do coração transpondo-se num sorriso constante e nuns olhos que brilhavam. Senti tudo naquele momento em que nada sentiste, onde vi a entrega embriagada incapaz de negar.
Fugi e fugindo não te quis perder regressando nu como partira.
Abri e elas entraram.
Em forma de elipse bombardearam cada pequeno recanto do coração transpondo-se num sorriso constante e nuns olhos que brilhavam. Senti tudo naquele momento em que nada sentiste, onde vi a entrega embriagada incapaz de negar.
Fugi e fugindo não te quis perder regressando nu como partira.
segunda-feira, 22 de março de 2010
Estou preso
Quanto mais preso estou, mais tento me despegar, e quanto mais tento me despegar, mais constato que preso estou...
segunda-feira, 15 de março de 2010
domingo, 7 de março de 2010
Ensaio sobre não sei bem o quê
Inúmeras questões barrem-me o pensamento oriundas de um presente quotidiano fundado em empatia. Continuamente procuro respostas às interrogações que no dia-a-dia surgem aquando a tua presença, onde acontecimentos banais se tornam especiais, visto serem desprovidos de razões latentes ou interesses subjacentes. Ao longo dos últimos tempos esse quotidiano amarra acções sem lógica aparente levando-me à normatividade das coisas.
É impossível não pensar nos quês, visto serem motores do desenvolvimento e de me amarrarem a algo que não compreendo ao certo. Em primeira instância apostaria como causa um excesso de oxiticinas (!), contudo aceitar essa premissa leva-me ao campo das motivações das mesmas esboçando conclusões a quais recuso-as pela sua ilegalidade. Dessa forma, vou procurando os diferentes campos de opções válidas na ânsia de respostas ao presente quotidiano que profundamente tenho querido viver, mas da mesma forma que os vivo, questiono-as de forma a encontrar o caminho certo.
Estou preso à incompreensibilidade de amarras, que não seguem um padrão lógico, de tal forma indizível que aquando o confronto de ideias, em vez do maquiavelismo comum, sigo um exponencialismo correlativamente negativo, do meu ponto de vista único e pessoal sem nada em torno, e isso sim, corrói-me a mente na procura de respostas.
Não existe emoção, apenas razão à procura de possíveis movimentos de Pareto.
É impossível não pensar nos quês, visto serem motores do desenvolvimento e de me amarrarem a algo que não compreendo ao certo. Em primeira instância apostaria como causa um excesso de oxiticinas (!), contudo aceitar essa premissa leva-me ao campo das motivações das mesmas esboçando conclusões a quais recuso-as pela sua ilegalidade. Dessa forma, vou procurando os diferentes campos de opções válidas na ânsia de respostas ao presente quotidiano que profundamente tenho querido viver, mas da mesma forma que os vivo, questiono-as de forma a encontrar o caminho certo.
Estou preso à incompreensibilidade de amarras, que não seguem um padrão lógico, de tal forma indizível que aquando o confronto de ideias, em vez do maquiavelismo comum, sigo um exponencialismo correlativamente negativo, do meu ponto de vista único e pessoal sem nada em torno, e isso sim, corrói-me a mente na procura de respostas.
Não existe emoção, apenas razão à procura de possíveis movimentos de Pareto.
terça-feira, 2 de março de 2010
I dreamed a dream
Sonhos, utopias.
Meras fantasias!
Sem palavras e sem tristezas constatam-se pequenos pormenores que marcam a diferença.
Por momentos sonhei com um sonho que tive de pequenos e difusos contornos onde apenas deixáva que acontecimentos rolassem em pequenos fragmentos dum todo realista.
Não! Não é tristeza pagã! É simplesmente uma mistura de pensamentos...
Meras fantasias!
Sem palavras e sem tristezas constatam-se pequenos pormenores que marcam a diferença.
Por momentos sonhei com um sonho que tive de pequenos e difusos contornos onde apenas deixáva que acontecimentos rolassem em pequenos fragmentos dum todo realista.
Não! Não é tristeza pagã! É simplesmente uma mistura de pensamentos...
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