segunda-feira, 22 de março de 2010
Estou preso
Quanto mais preso estou, mais tento me despegar, e quanto mais tento me despegar, mais constato que preso estou...
segunda-feira, 15 de março de 2010
domingo, 7 de março de 2010
Ensaio sobre não sei bem o quê
Inúmeras questões barrem-me o pensamento oriundas de um presente quotidiano fundado em empatia. Continuamente procuro respostas às interrogações que no dia-a-dia surgem aquando a tua presença, onde acontecimentos banais se tornam especiais, visto serem desprovidos de razões latentes ou interesses subjacentes. Ao longo dos últimos tempos esse quotidiano amarra acções sem lógica aparente levando-me à normatividade das coisas.
É impossível não pensar nos quês, visto serem motores do desenvolvimento e de me amarrarem a algo que não compreendo ao certo. Em primeira instância apostaria como causa um excesso de oxiticinas (!), contudo aceitar essa premissa leva-me ao campo das motivações das mesmas esboçando conclusões a quais recuso-as pela sua ilegalidade. Dessa forma, vou procurando os diferentes campos de opções válidas na ânsia de respostas ao presente quotidiano que profundamente tenho querido viver, mas da mesma forma que os vivo, questiono-as de forma a encontrar o caminho certo.
Estou preso à incompreensibilidade de amarras, que não seguem um padrão lógico, de tal forma indizível que aquando o confronto de ideias, em vez do maquiavelismo comum, sigo um exponencialismo correlativamente negativo, do meu ponto de vista único e pessoal sem nada em torno, e isso sim, corrói-me a mente na procura de respostas.
Não existe emoção, apenas razão à procura de possíveis movimentos de Pareto.
É impossível não pensar nos quês, visto serem motores do desenvolvimento e de me amarrarem a algo que não compreendo ao certo. Em primeira instância apostaria como causa um excesso de oxiticinas (!), contudo aceitar essa premissa leva-me ao campo das motivações das mesmas esboçando conclusões a quais recuso-as pela sua ilegalidade. Dessa forma, vou procurando os diferentes campos de opções válidas na ânsia de respostas ao presente quotidiano que profundamente tenho querido viver, mas da mesma forma que os vivo, questiono-as de forma a encontrar o caminho certo.
Estou preso à incompreensibilidade de amarras, que não seguem um padrão lógico, de tal forma indizível que aquando o confronto de ideias, em vez do maquiavelismo comum, sigo um exponencialismo correlativamente negativo, do meu ponto de vista único e pessoal sem nada em torno, e isso sim, corrói-me a mente na procura de respostas.
Não existe emoção, apenas razão à procura de possíveis movimentos de Pareto.
terça-feira, 2 de março de 2010
I dreamed a dream
Sonhos, utopias.
Meras fantasias!
Sem palavras e sem tristezas constatam-se pequenos pormenores que marcam a diferença.
Por momentos sonhei com um sonho que tive de pequenos e difusos contornos onde apenas deixáva que acontecimentos rolassem em pequenos fragmentos dum todo realista.
Não! Não é tristeza pagã! É simplesmente uma mistura de pensamentos...
Meras fantasias!
Sem palavras e sem tristezas constatam-se pequenos pormenores que marcam a diferença.
Por momentos sonhei com um sonho que tive de pequenos e difusos contornos onde apenas deixáva que acontecimentos rolassem em pequenos fragmentos dum todo realista.
Não! Não é tristeza pagã! É simplesmente uma mistura de pensamentos...
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Lentamente o cigarro derrete nas minhas mãos enquanto saboreio os últimos tragos do mesmo, enquanto procuro perdido na lógica alguma forma de limar certas arestas. Não gosto da generalidade do presente, salvo algumas boas excepções de um passado recente que me fazem questionar e pensar o quão agradável podem ser pequenos minutos, curtos comparando com a imensidão do tempo; é desgastante a necessidade e o querer de mudança sem que consiga encontrar um caminho lógico e que minimize os custos.
O cansaço apodera-se da mente e do corpo, ceteris paribus. Fecho os olhos, respiro fundo e continuamente procuro respostas coerentes sem que coloque em causa os que mais estimo (apesar de não o dizer) e que dessa forma não perca o sentido das coisas.
Em suma, Cansaço por quê? / É uma sensação abstrata / Da vida concreta.
O cansaço apodera-se da mente e do corpo, ceteris paribus. Fecho os olhos, respiro fundo e continuamente procuro respostas coerentes sem que coloque em causa os que mais estimo (apesar de não o dizer) e que dessa forma não perca o sentido das coisas.
Em suma, Cansaço por quê? / É uma sensação abstrata / Da vida concreta.
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
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