quinta-feira, 26 de abril de 2012
Inquietude
Quando se criam ligações e o cuidado pelo outro (re)nasce, a sinceridade é o caminho da plenitude. São trilhos que criam amarras, é o criar de um mundo novo, que pelo bater do tempo aproximam o cosmos da Terra. Mas por vezes, explosões atómicas criam forças magnéticas opostas ao objetivo inicial. Aí, em vez de Fénix, é Pandora que renasce.
É o desconhecimento que mais inquieta o espírito. O não encaixar das peças que se identificavam como lógicas!
O meio termo pauta a minha conduta e a compreensão é parte integrante desse meio termo. Mas como compreender o que não se sabe? Como lidar com os fantasmas que (re)nascem dessa parte integrante.
Não quero sentir o desconhecimento na pele.
Maet começa a dar lugar a Montu contra a minha vontade.
segunda-feira, 16 de abril de 2012
domingo, 15 de abril de 2012
Agarro nas pontas soltas de um mundo estocástico na ânsia de obter o controlo sobre o mesmo. Puxando os fios com as duas mãos esboço contornos de um mundo que poderia ser real. Movimentos dinâmicos que implicam análises profundas cansam-me o ser.
Sinto-me cansado!
De todas as cousas perdidas encontrei respostas, fora de mim, como espectador de um teatro telúrico. Contudo, no momento em que me chamam ao palco e me transformo em actor, as palavras fogem-me, as respostas escondem-se e fico numa sensação desregulada pelo hipotálamo.
Não sei lidar com emoções! A exigência do racional, do palpável, da segurança desse estágio, mergulham-me num estado latente e fraco sem que perceba os contornos do real.
Fumo um cigarro!
(pausa)
Páro!
(pausa)
Conceitos microeconómicos de análise comportamental injectam no meu corpo impulsos estocásticos. São sintomas, são síndromes, são desvios! Ou são o acordar de um sono? Serei eu, ou uma pequena parte de mim? Gosto da calma, gosto de terrenos seguros, não de pantanosos! Gosto de saber o amanhã, mesmo quando o amanhã pode terminar. - Exijo respostas a mim mesmo!
Perco-me em raciocínios aristotélicos.
(pausa)
Fumo outro cigarro!
Retorno ao ínicio.
Agarro, outra vez, nas pontas soltas desse mundo estocástico e sou interrompido pelo tocar da campainha de casa. Retomando o caminho e pegando outra vez nas pontas soltas páro um pouco por minha vontade. Penso. Racionalizo. Pesquiso!
(pausa)
As mãos suam, a respiração falha e torna-se difícil pensar com clareza. Norepinefrina, serotonina, e dopamina na exaltação dos seus cânticos. Três hormonas que exprimem o resumo de tudo isto.
Fumo mais um cigarro!
Parei 5 minutos até que me lembrei da oxiticina e da vasoprefina. Estas sim são importantes, estas sim as desejo que estejam semeadas como estiveram nesta noite em que contornos barrocos transpiravam as palavras que eram ecoadas.
Estou oficialmente metido num cocktail de hormonas.
Em suma: subtilmente os olhos resguardam-se no chão perante o som das palavras que ecoam na minha mente!
Sinto-me cansado!
De todas as cousas perdidas encontrei respostas, fora de mim, como espectador de um teatro telúrico. Contudo, no momento em que me chamam ao palco e me transformo em actor, as palavras fogem-me, as respostas escondem-se e fico numa sensação desregulada pelo hipotálamo.
Não sei lidar com emoções! A exigência do racional, do palpável, da segurança desse estágio, mergulham-me num estado latente e fraco sem que perceba os contornos do real.
Fumo um cigarro!
(pausa)
Páro!
(pausa)
Conceitos microeconómicos de análise comportamental injectam no meu corpo impulsos estocásticos. São sintomas, são síndromes, são desvios! Ou são o acordar de um sono? Serei eu, ou uma pequena parte de mim? Gosto da calma, gosto de terrenos seguros, não de pantanosos! Gosto de saber o amanhã, mesmo quando o amanhã pode terminar. - Exijo respostas a mim mesmo!
Perco-me em raciocínios aristotélicos.
(pausa)
Fumo outro cigarro!
Retorno ao ínicio.
Agarro, outra vez, nas pontas soltas desse mundo estocástico e sou interrompido pelo tocar da campainha de casa. Retomando o caminho e pegando outra vez nas pontas soltas páro um pouco por minha vontade. Penso. Racionalizo. Pesquiso!
(pausa)
As mãos suam, a respiração falha e torna-se difícil pensar com clareza. Norepinefrina, serotonina, e dopamina na exaltação dos seus cânticos. Três hormonas que exprimem o resumo de tudo isto.
Fumo mais um cigarro!
Parei 5 minutos até que me lembrei da oxiticina e da vasoprefina. Estas sim são importantes, estas sim as desejo que estejam semeadas como estiveram nesta noite em que contornos barrocos transpiravam as palavras que eram ecoadas.
Estou oficialmente metido num cocktail de hormonas.
Em suma: subtilmente os olhos resguardam-se no chão perante o som das palavras que ecoam na minha mente!
sábado, 14 de abril de 2012
A intangibilidade do ser
Deambulando tropeço num sorriso. Os tons estocásticos tomam formas maleáveis permitindo ao tempo, mesmo que curto, deliciar-se com os sentidos. Poderá ser efémero, mas a realidade tornam os sentidos apurados e fervilham num nervoso miudinho doce.
Doce! Doce! Doce!
O amanhã está longe, e o hoje é agora com um poeta dos sentidos.
Doce! Doce! Doce!
O amanhã está longe, e o hoje é agora com um poeta dos sentidos.
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Pausa
Olhando, pensando, relembrando, vendo. O cérebro borbulha do quão quente são os pensamentos que pairam. O olhando em volta e a quebra de todas as palavras que se recordam. Não ditamos as regras. Existem princípios pré-estabelecidos comuns a n pessoas pertencentes a m grupos diferentes.
Era um pouco do que eu senti.
Era uma luta, pois precisava dessa luta.
Era um estímulo.
Sem a minha base diria usual a metodologia. Partindo da minha base, da minha luta ex-ante, isso ... isso ... foi pouco.
Em suma, as pessoas não mudam.
Era um pouco do que eu senti.
Era uma luta, pois precisava dessa luta.
Era um estímulo.
Sem a minha base diria usual a metodologia. Partindo da minha base, da minha luta ex-ante, isso ... isso ... foi pouco.
Em suma, as pessoas não mudam.
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Relembro-me dos bons tempos que passámos juntos.
Das simples experiências quotidianas.
Relembro-me de tudo, tudo o que foi.
Ah... saudades das tuas palavras, da tua companhia.
A minha mente, as minhas acções, as minhas palavras estão bloqueadas. As palavras que ouvi, as cousas que ouvi e as cousas que vi impedem-me de me mexer.
Sinto falta da amizade...
Das simples experiências quotidianas.
Relembro-me de tudo, tudo o que foi.
Ah... saudades das tuas palavras, da tua companhia.
A minha mente, as minhas acções, as minhas palavras estão bloqueadas. As palavras que ouvi, as cousas que ouvi e as cousas que vi impedem-me de me mexer.
Sinto falta da amizade...
sexta-feira, 29 de abril de 2011
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