quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

... o passado ainda é uma estrutura do presente que exerce influência sobre acções e acontecimentos, e esse facto borbulha um cansaço em mim - é um facto!

sábado, 1 de janeiro de 2011

2011 - new start

Como se estivesse assistindo uma peça, tudo era lógico, tudo era dizível. Tornando-me actor deixei os tempos encarregarem-se num estoicismo próprio de quem espera e crê na dinâmica dos contextos. Não contrariando o teu pensamento, entendendo-lo enquanto espectador, aceitei a meio termo a decisão.
Fantasmas da nossa história, que enquanto espectador em nada incomodavam, mas enquanto actor realçam uma incapacidade de lidar com tais sensações, fazendo, num impulso, uma contracção e inaptidão para a compreensão.

Consigo constatar, não consigo alterar.
Contudo, são tempos contínuos e dinâmicos que impõem pragmatismo.
Bom 2011.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

São tempos de indefinição.
Continuamente percorro as ruas perdido no quotidiano e na monotonia que busca algo mais. O presente é estático, o futuro dinâmico. Equilíbrios em fio-navalha que interrompem o que de estocástico deveria ser.
Não me sinto. Não penso! O cansaço apodera-se nesses momentos e o quotidiano pula regressando ao seu estado puro.


...



Não sabendo, o virar de ano, trará o querer de saber. Até lá repouso na monotonia do quotidiano contextual.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Existe uma sensação de conforto que se instala pelos cantos do meu corpo.
Uma tranquilidade sorridente e calma que transporta a tua imagem.
O caos torna-se complacente com o estado de alma e deixa-me descansar, e interpelando o tempo questiono se os períodos não se sobrepuseram, numa espécie de realidade paralela. Afinal, a cumplicidade mantém-se, o sorriso continua o mesmo e o hipotálamo reage da mesma forma, construindo, ao longo do tempo, pilares que reconfortam a alma e esboçam o sorriso.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Não te vejo nem vi. Senti!
Os poros da pele dilatados induzem a vontade de mais; as acções desprovidas de lógica e estratagemas induzem a prudência; os risos a vontade que se gera no meio; os ciúmes à inveja de não fundirmos os corpos; a escrita talvez o modo menos racional de tentativa de insurreição e actividade menos passional.
Só a mente para desejar o profundo, a loucura de possuir e de sentir o corpo colado a outro; a brutidão com que se joga a pessoa contra algo, consumindo desenfreadamente e sem controlo cada gota de energia. A apoteose do carnal até à exaustão dos corpos, onde depois de esgotados os afagos regeneram…


Hipótese: “Tudo isso é regulado pelo hipotálamo em relação ao cérebro emocional, sem que o neocórtex possa interferir para ajudar a compreender o que se passa”"





algures perdido no espaço e no tempo

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Amor é algo puro, autêntico.
Uma dedicação contínua e dinâmica nos quotidianos rotineiros.
É a perfeição do esforço em ser perfeito.
O cuidar, respeitar.

Amor é algo único, indizível.
Uma contrariedade de emoções descontroladas que afrontam a razão.
É a fraqueza fortalecedora que desfaz os orgulhos.
O respeitar, cuidar.

Amor é amor.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

... e a partir daqui algo muda!