quarta-feira, 9 de março de 2011
Ensaio sobre o trabalho
Durante meses trabalhei de forma arrumar o passado para que de forma límpida vivesse o presente. Pequenas arestas que foram limadas pelo objectivo da construção de algo em comum. Libertei o meu eu dando espaço a entrares. Foram escolhas lógicas e emocionais numa conjuntura perfeita de equilíbrio dinâmico em que tudo caminhava para lá do horizonte.
Actualmente é a mim que me incomodam situações, contextos por detrás das palavras. Um assistir pacientemente ao arrumar do passado, à libertação desse para a vivência plena do presente com ânsia num futuro. Incomoda-me, amedronta-me a sensação de injustiça. O sentir a exigência a correr nas veias impulsionando o trabalho na óptica do tu é contrariada pela mutilação dos actos em cousas passadas.
Repetidamente a história repete-se, o não cortar de amarras mantêm-se.
Abaixo os jogos de ego pois uma das minhas premissas é aumentar-te esse ego. O querer perfeito das conjuntura. O olhar de orgulho, vaidade pela companhia. Emoções que devem ser constantes deitando abaixo o estar pelo medo. Por isso dei o espaço, a compreensão, a tranquilidade!
(momento de pausa)
Irracionalidade momentânea, medos que surgem à superficie, lágrimas que caiem pelo turbilhão mental, instabilidade latente na presunção de razão.
Querer.
Fazer.
Trabalhar.
(momento de pausa)
(momento de pausa)
(momento de pausa)
Actualmente é a mim que me incomodam situações, contextos por detrás das palavras. Um assistir pacientemente ao arrumar do passado, à libertação desse para a vivência plena do presente com ânsia num futuro. Incomoda-me, amedronta-me a sensação de injustiça. O sentir a exigência a correr nas veias impulsionando o trabalho na óptica do tu é contrariada pela mutilação dos actos em cousas passadas.
Repetidamente a história repete-se, o não cortar de amarras mantêm-se.
Abaixo os jogos de ego pois uma das minhas premissas é aumentar-te esse ego. O querer perfeito das conjuntura. O olhar de orgulho, vaidade pela companhia. Emoções que devem ser constantes deitando abaixo o estar pelo medo. Por isso dei o espaço, a compreensão, a tranquilidade!
(momento de pausa)
Irracionalidade momentânea, medos que surgem à superficie, lágrimas que caiem pelo turbilhão mental, instabilidade latente na presunção de razão.
Querer.
Fazer.
Trabalhar.
(momento de pausa)
(momento de pausa)
(momento de pausa)
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
domingo, 16 de janeiro de 2011
Ridículo
O fumo corria nas veias do cérebro enquanto a estupefacção de um olá, como estás? numa fracção de segundos desenvolve um raciocínio ridículo, incoerente. Pior, que foi partilhado. O que num processo automatizado é filtrado e rejeitado, é decomposto em raciocínio, que mesmo formalmente lógico, em termos de contextualização é despropositado e errado! Simplesmente errado e ridículo.
O fumo corre nas veias do cérebro, mas não gostei desta viagem.
Não correrás muitas vezes mais, não...
O fumo corre nas veias do cérebro, mas não gostei desta viagem.
Não correrás muitas vezes mais, não...
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
sábado, 1 de janeiro de 2011
2011 - new start
Como se estivesse assistindo uma peça, tudo era lógico, tudo era dizível. Tornando-me actor deixei os tempos encarregarem-se num estoicismo próprio de quem espera e crê na dinâmica dos contextos. Não contrariando o teu pensamento, entendendo-lo enquanto espectador, aceitei a meio termo a decisão.
Fantasmas da nossa história, que enquanto espectador em nada incomodavam, mas enquanto actor realçam uma incapacidade de lidar com tais sensações, fazendo, num impulso, uma contracção e inaptidão para a compreensão.
Consigo constatar, não consigo alterar.
Contudo, são tempos contínuos e dinâmicos que impõem pragmatismo.
Bom 2011.
Fantasmas da nossa história, que enquanto espectador em nada incomodavam, mas enquanto actor realçam uma incapacidade de lidar com tais sensações, fazendo, num impulso, uma contracção e inaptidão para a compreensão.
Consigo constatar, não consigo alterar.
Contudo, são tempos contínuos e dinâmicos que impõem pragmatismo.
Bom 2011.
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
São tempos de indefinição.
Continuamente percorro as ruas perdido no quotidiano e na monotonia que busca algo mais. O presente é estático, o futuro dinâmico. Equilíbrios em fio-navalha que interrompem o que de estocástico deveria ser.
Não me sinto. Não penso! O cansaço apodera-se nesses momentos e o quotidiano pula regressando ao seu estado puro.
...
Não sabendo, o virar de ano, trará o querer de saber. Até lá repouso na monotonia do quotidiano contextual.
Continuamente percorro as ruas perdido no quotidiano e na monotonia que busca algo mais. O presente é estático, o futuro dinâmico. Equilíbrios em fio-navalha que interrompem o que de estocástico deveria ser.
Não me sinto. Não penso! O cansaço apodera-se nesses momentos e o quotidiano pula regressando ao seu estado puro.
...
Não sabendo, o virar de ano, trará o querer de saber. Até lá repouso na monotonia do quotidiano contextual.
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