segunda-feira, 25 de abril de 2011

... esse caminho apenas me faz constatar que foi a decisão certa

quarta-feira, 9 de março de 2011

Ensaio sobre o trabalho

Durante meses trabalhei de forma arrumar o passado para que de forma límpida vivesse o presente. Pequenas arestas que foram limadas pelo objectivo da construção de algo em comum. Libertei o meu eu dando espaço a entrares. Foram escolhas lógicas e emocionais numa conjuntura perfeita de equilíbrio dinâmico em que tudo caminhava para lá do horizonte.
Actualmente é a mim que me incomodam situações, contextos por detrás das palavras. Um assistir pacientemente ao arrumar do passado, à libertação desse para a vivência plena do presente com ânsia num futuro. Incomoda-me, amedronta-me a sensação de injustiça. O sentir a exigência a correr nas veias impulsionando o trabalho na óptica do tu é contrariada pela mutilação dos actos em cousas passadas.
Repetidamente a história repete-se, o não cortar de amarras mantêm-se.
Abaixo os jogos de ego pois uma das minhas premissas é aumentar-te esse ego. O querer perfeito das conjuntura. O olhar de orgulho, vaidade pela companhia. Emoções que devem ser constantes deitando abaixo o estar pelo medo. Por isso dei o espaço, a compreensão, a tranquilidade!

(momento de pausa)

Irracionalidade momentânea, medos que surgem à superficie, lágrimas que caiem pelo turbilhão mental, instabilidade latente na presunção de razão.
Querer.
Fazer.
Trabalhar.

(momento de pausa)

(momento de pausa)

(momento de pausa)

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

domingo, 16 de janeiro de 2011

Ridículo

O fumo corria nas veias do cérebro enquanto a estupefacção de um olá, como estás? numa fracção de segundos desenvolve um raciocínio ridículo, incoerente. Pior, que foi partilhado. O que num processo automatizado é filtrado e rejeitado, é decomposto em raciocínio, que mesmo formalmente lógico, em termos de contextualização é despropositado e errado! Simplesmente errado e ridículo.
O fumo corre nas veias do cérebro, mas não gostei desta viagem.
Não correrás muitas vezes mais, não...

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

... o passado ainda é uma estrutura do presente que exerce influência sobre acções e acontecimentos, e esse facto borbulha um cansaço em mim - é um facto!

sábado, 1 de janeiro de 2011

2011 - new start

Como se estivesse assistindo uma peça, tudo era lógico, tudo era dizível. Tornando-me actor deixei os tempos encarregarem-se num estoicismo próprio de quem espera e crê na dinâmica dos contextos. Não contrariando o teu pensamento, entendendo-lo enquanto espectador, aceitei a meio termo a decisão.
Fantasmas da nossa história, que enquanto espectador em nada incomodavam, mas enquanto actor realçam uma incapacidade de lidar com tais sensações, fazendo, num impulso, uma contracção e inaptidão para a compreensão.

Consigo constatar, não consigo alterar.
Contudo, são tempos contínuos e dinâmicos que impõem pragmatismo.
Bom 2011.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

São tempos de indefinição.
Continuamente percorro as ruas perdido no quotidiano e na monotonia que busca algo mais. O presente é estático, o futuro dinâmico. Equilíbrios em fio-navalha que interrompem o que de estocástico deveria ser.
Não me sinto. Não penso! O cansaço apodera-se nesses momentos e o quotidiano pula regressando ao seu estado puro.


...



Não sabendo, o virar de ano, trará o querer de saber. Até lá repouso na monotonia do quotidiano contextual.