quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
(...) but it's about honor playing symphony's value! (...)
So, I must to leave Paris. I rather to be alone close to the ocean than alone in Paris. Paris weakens me. Ocean strengthen me. (...) I could hate you, but I don't. I must not and even if for one second i thought that, i would kill that feeling. (...) why? because (...) I'm just tired of wars. There's a lot of war on human nature, and I refuse to lose hope and faith on them. (...)
That I can't lose, as also my honor.
domingo, 30 de setembro de 2012
Quotidiano
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades
Toda a mudança, contrária às expectativas, racionaliza o meu espaço circundante. Ceteris paribus, poderei construir algo mais. Todavia, mudanças de impõem em rotinas passadas e tomada de consciencialização pairam na mente.
Mas não é disso que quero que sintam a ler. Quero falar de algo mais. De algo indizível, quase telúrico, que nos tempos que correm vem poisando, não na mente, mas no coração.
São anos de convivência, a recordação de um Verão em que algo bateu, mas algo que foi abafado. Racionalmente existiam as condições, excepto a premissa principal. Abstendo-me, troquei-te por algo concreto e lúcido; pelo menos assim o pensava!
Os tempos passaram, os ventos mudaram e de lá dos Pirinéus retornei.
Aqui fiquei!
Não quiz, não desejei, mas tive. Foi então que algo se abateu.
A tranquilidade do quotidiano até que é agradável. É um bater os pés no chão e constatar que temos a opção de nos adaptarmos.
Já que aqui estou, aqui aproveitarei!
E fui aproveitando.
Retomámos a convivência diária, e o carinho (re)surgiu. A premissa principal, tudo indica, que afinal se encontráva lá, eu apenas é que não a quiz ver. Num tempo e espaço perdido constatei que ela era verdadeira e agora isso toca e influencia o ser.
Pela primeira vez decidi sentir quando te tocava. Um pequeno toque de mãos em que a pele mais suave me fazia arrepiar.
Pequenos passos.
Pequenos passos de cada vez em direção ao desconhecido. Talvez esteja a misturar conceitos, ou então talvez não!
Quando olho, quando penso, mil imagens passam pela mente. Um quotidiano dentro da norma, uma cumplicidade que à muito não sentia.
O bom, o bom é o conhecimento mútuo. A sensação de naturalidade com que hajo sem que me preocupe com o que possas pensar. Conheces-me! Conheces-me de uma forma autentica, sincera, incluindo nisso os defeitos das quais não me orgulho, mas da qual mostras compreensão. É a sensação de carinho pelo que somos realmente e não pelo que parecemos. E essa sensação só se adquire com tempos de conhecimento e convivência, cousa que já a temos.
Se for uma mistura de conceitos, que o seja! É boa a sensação, que mesmo podendo ser telúrica, platónica, é tão boa que não a quero perder.
Mas se pensais que ficarei parado estais enganado! Existe uma naturalidade tão latente, uma confiança tão profunda que não sinto medo.
Os números ímpares desapareceram; o quotidiano é calmo, rotineiro e agora entendo determinados conceitos que não compreendia.
to be continued ...
quinta-feira, 26 de abril de 2012
Inquietude
Quando se criam ligações e o cuidado pelo outro (re)nasce, a sinceridade é o caminho da plenitude. São trilhos que criam amarras, é o criar de um mundo novo, que pelo bater do tempo aproximam o cosmos da Terra. Mas por vezes, explosões atómicas criam forças magnéticas opostas ao objetivo inicial. Aí, em vez de Fénix, é Pandora que renasce.
É o desconhecimento que mais inquieta o espírito. O não encaixar das peças que se identificavam como lógicas!
O meio termo pauta a minha conduta e a compreensão é parte integrante desse meio termo. Mas como compreender o que não se sabe? Como lidar com os fantasmas que (re)nascem dessa parte integrante.
Não quero sentir o desconhecimento na pele.
Maet começa a dar lugar a Montu contra a minha vontade.
segunda-feira, 16 de abril de 2012
domingo, 15 de abril de 2012
Agarro nas pontas soltas de um mundo estocástico na ânsia de obter o controlo sobre o mesmo. Puxando os fios com as duas mãos esboço contornos de um mundo que poderia ser real. Movimentos dinâmicos que implicam análises profundas cansam-me o ser.
Sinto-me cansado!
De todas as cousas perdidas encontrei respostas, fora de mim, como espectador de um teatro telúrico. Contudo, no momento em que me chamam ao palco e me transformo em actor, as palavras fogem-me, as respostas escondem-se e fico numa sensação desregulada pelo hipotálamo.
Não sei lidar com emoções! A exigência do racional, do palpável, da segurança desse estágio, mergulham-me num estado latente e fraco sem que perceba os contornos do real.
Fumo um cigarro!
(pausa)
Páro!
(pausa)
Conceitos microeconómicos de análise comportamental injectam no meu corpo impulsos estocásticos. São sintomas, são síndromes, são desvios! Ou são o acordar de um sono? Serei eu, ou uma pequena parte de mim? Gosto da calma, gosto de terrenos seguros, não de pantanosos! Gosto de saber o amanhã, mesmo quando o amanhã pode terminar. - Exijo respostas a mim mesmo!
Perco-me em raciocínios aristotélicos.
(pausa)
Fumo outro cigarro!
Retorno ao ínicio.
Agarro, outra vez, nas pontas soltas desse mundo estocástico e sou interrompido pelo tocar da campainha de casa. Retomando o caminho e pegando outra vez nas pontas soltas páro um pouco por minha vontade. Penso. Racionalizo. Pesquiso!
(pausa)
As mãos suam, a respiração falha e torna-se difícil pensar com clareza. Norepinefrina, serotonina, e dopamina na exaltação dos seus cânticos. Três hormonas que exprimem o resumo de tudo isto.
Fumo mais um cigarro!
Parei 5 minutos até que me lembrei da oxiticina e da vasoprefina. Estas sim são importantes, estas sim as desejo que estejam semeadas como estiveram nesta noite em que contornos barrocos transpiravam as palavras que eram ecoadas.
Estou oficialmente metido num cocktail de hormonas.
Em suma: subtilmente os olhos resguardam-se no chão perante o som das palavras que ecoam na minha mente!
Sinto-me cansado!
De todas as cousas perdidas encontrei respostas, fora de mim, como espectador de um teatro telúrico. Contudo, no momento em que me chamam ao palco e me transformo em actor, as palavras fogem-me, as respostas escondem-se e fico numa sensação desregulada pelo hipotálamo.
Não sei lidar com emoções! A exigência do racional, do palpável, da segurança desse estágio, mergulham-me num estado latente e fraco sem que perceba os contornos do real.
Fumo um cigarro!
(pausa)
Páro!
(pausa)
Conceitos microeconómicos de análise comportamental injectam no meu corpo impulsos estocásticos. São sintomas, são síndromes, são desvios! Ou são o acordar de um sono? Serei eu, ou uma pequena parte de mim? Gosto da calma, gosto de terrenos seguros, não de pantanosos! Gosto de saber o amanhã, mesmo quando o amanhã pode terminar. - Exijo respostas a mim mesmo!
Perco-me em raciocínios aristotélicos.
(pausa)
Fumo outro cigarro!
Retorno ao ínicio.
Agarro, outra vez, nas pontas soltas desse mundo estocástico e sou interrompido pelo tocar da campainha de casa. Retomando o caminho e pegando outra vez nas pontas soltas páro um pouco por minha vontade. Penso. Racionalizo. Pesquiso!
(pausa)
As mãos suam, a respiração falha e torna-se difícil pensar com clareza. Norepinefrina, serotonina, e dopamina na exaltação dos seus cânticos. Três hormonas que exprimem o resumo de tudo isto.
Fumo mais um cigarro!
Parei 5 minutos até que me lembrei da oxiticina e da vasoprefina. Estas sim são importantes, estas sim as desejo que estejam semeadas como estiveram nesta noite em que contornos barrocos transpiravam as palavras que eram ecoadas.
Estou oficialmente metido num cocktail de hormonas.
Em suma: subtilmente os olhos resguardam-se no chão perante o som das palavras que ecoam na minha mente!
sábado, 14 de abril de 2012
A intangibilidade do ser
Deambulando tropeço num sorriso. Os tons estocásticos tomam formas maleáveis permitindo ao tempo, mesmo que curto, deliciar-se com os sentidos. Poderá ser efémero, mas a realidade tornam os sentidos apurados e fervilham num nervoso miudinho doce.
Doce! Doce! Doce!
O amanhã está longe, e o hoje é agora com um poeta dos sentidos.
Doce! Doce! Doce!
O amanhã está longe, e o hoje é agora com um poeta dos sentidos.
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Pausa
Olhando, pensando, relembrando, vendo. O cérebro borbulha do quão quente são os pensamentos que pairam. O olhando em volta e a quebra de todas as palavras que se recordam. Não ditamos as regras. Existem princípios pré-estabelecidos comuns a n pessoas pertencentes a m grupos diferentes.
Era um pouco do que eu senti.
Era uma luta, pois precisava dessa luta.
Era um estímulo.
Sem a minha base diria usual a metodologia. Partindo da minha base, da minha luta ex-ante, isso ... isso ... foi pouco.
Em suma, as pessoas não mudam.
Era um pouco do que eu senti.
Era uma luta, pois precisava dessa luta.
Era um estímulo.
Sem a minha base diria usual a metodologia. Partindo da minha base, da minha luta ex-ante, isso ... isso ... foi pouco.
Em suma, as pessoas não mudam.
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